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Liturgia do Advento II
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, Autor: Jorge Wilson
Segunda reunião

 


2° Quarta-feira do Advento


Advento é tempo de esperança nas quatro semanas que antecedem o Natal de Jesus. Com o passar do tempo, a Igreja Cristã foi assimilando festas e comemorações religiosas progressivamente . No fim da Idade Média, o calendário litúrgico havia se tornado tão pesado e tão cheio de elementos estranhos que a Reforma Protestante procurou simplificá-lo, preservando todas as comemorações relacionadas diretamente com a história da salvação.


Desse modo vamos tentar trabalhar o Calendário Litúrgico da Igreja Cristã nas suas comemorações mais marcantes, tentando resgatar algo do clima litúrgico que tem inspirado tantos cristãos nesses dois mil anos de história da Igreja.


Serão quatro quartas-feiras que antecedem o Natal. Advento é tempo de esperança e esperança no Cristo, na sua Segunda Vinda. Leremos trechos que nos falam de Cristo, nos toquem o coração e reforcem nossa fé nEle.


Acender duas velas – duas pessoas oram


Silêncio (dois minutos)



Leitura:


1 Um ramo surgirá do tronco de Jessé, e das suas raízes brotará um renovo.

2 O Espírito do Senhor repousará sobre ele, o Espírito que dá sabedoria e entendimento, o Espírito que traz conselho e poder, o Espírito que dá conhecimento e temor do Senhor.

3 E ele se inspirará no temor do Senhor. Não julgará pela aparência, nem decidirá com base no que ouviu;4 mas com retidão julgará os necessitados, com justiça tomará decisões em favor dos pobres. Com suas palavras, como se fossem um cajado, ferirá a terra; com o sopro de sua boca matará os ímpios.5 A retidão será a faixa de seu peito, e a fidelidade o seu cinturão.

6 O lobo viverá com o cordeiro, o leopardo se deitará com o bode, o bezerro, o leão e o novilho gordo pastarão juntos;a e uma criança os guiará.7 A vaca se alimentará com o urso,seus filhotes se deitarão juntos, e o leão comerá palha como o boi.8 A criancinha brincará perto do esconderijo da cobra, a criança colocará a mão no ninho da víbora.9 Ninguém fará nenhum mal, nem destruirá coisa alguma em todo o meu santo monte, pois a terra se encherá do conhecimento do Senhor como as águas cobrem o mar.10 Naquele dia as nações buscarão a Raiz de Jessé, que será como uma bandeira para os povos, e o seu lugar de descanso será glorioso. Isaias 11


Cântico:


1 No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, quando Pôncio Pilatos era governador da Judéia; Herodes, tetrarca da Galiléia; seu irmão Filipe, tetrarca da Ituréia e Traconites; e Lisânias, tetrarca de Abilene; 2 Anás e Caifás exerciam o sumo sacerdócio. Foi nesse ano que veio a palavra do Senhor a João, filho de Zacarias, no deserto. 3 Ele percorreu toda a região próxima ao Jordão, pregando um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados. 4 Como está escrito no livro das palavras de Isaías, o profeta: “Voz do que clama no deserto: ‘Preparem o caminho para o Senhor, façam veredas retas para ele.5 Todo vale será aterrado e todas as montanhas e colinas, niveladas. As estradas tortuosas serão endireitadas e os caminhos acidentados, aplanados.6 E toda a humanidade verá a salvação de Deus’ ”.7 João dizia às multidões que saíam para serem batizadas por ele: “Raça de víboras! Quem lhes deu a idéia de fugir da ira que se aproxima? 8 Deem frutos que mostrem o arrependimento. E não comecem a dizer a si mesmos: ‘Abraão é nosso pai’. Pois eu lhes digo que destas pedras Deus pode fazer surgir filhos a Abraão. 9 O machado já está posto à raiz das árvores, e toda árvore que não der bom fruto será cortada e lançada ao fogo”.10 “O que devemos fazer então?”, perguntavam as multidões.11 João respondia: “Quem tem duas túnicas dê uma a quem não tem nenhuma; e quem tem comida faça o mesmo”.12 Alguns publicanos também vieram para serem batizados. Eles perguntaram: “Mestre, o que devemos fazer?”

13 Ele respondeu: “Não cobrem nada além do que lhes foi estipulado”.14 Então alguns soldados lhe perguntaram: “E nós, o que devemos fazer?”Ele respondeu: “Não pratiquem extorsão nem acusem ninguém falsamente; contentem-se com o seu salário”.15 O povo estava em grande expectativa, questionando em seu coração se acaso João não seria o Cristo.16 João respondeu a todos: “Eu os batizo com água. Mas virá alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de desamarrar as correias das suas sandálias. Ele os batizará com o Espírito Santo e com fogo.

17 Ele traz a pá em sua mão, a fim de limpar sua eira e juntar o trigo em seu celeiro; mas queimará a palha com fogo que nunca se apaga”. Lucas 3


Tres orações



2 “Mas tu, Belém-Efrata, embora pequena entre os clãs de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens estão no passado distante, em tempos antigos.”

3 Por isso os israelitas serão abandonados até que aquela que está em trabalho de parto dê à luz. Então o restante dos irmãos do governante voltará para unir-se aos israelitas.

4 Ele se estabelecerá e os pastoreará na força do Senhor, na majestade do nome do Senhor, o seu Deus. E eles viverão em segurança, pois a grandeza dele alcançará os confins da terra.

5 Ele será a sua paz. Miqueias 5


Cânticos



5 “Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos.

16 E eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre,

17 o Espírito da verdade. O mundo não pode recebê-lo, porque não o vê nem o conhece. Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês. 18 Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês. 19 Dentro de pouco tempo o mundo não me verá mais; vocês, porém, me verão. Porque eu vivo, vocês também viverão.20 Naquele dia compreenderão que estou em meu Pai, vocês em mim, e eu em vocês.21 Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele”.

22 Disse então Judas (não o Iscariotes): “Senhor, mas por que te revelarás a nós e não ao mundo?”

23 Respondeu Jesus: “Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele. 24 Aquele que não me ama não obedece às minhas palavras. Estas palavras que vocês estão ouvindo não são minhas; são de meu Pai que me enviou.

25 “Tudo isso lhes tenho dito enquanto ainda estou com vocês.26 Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse. 27 Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo.28 “Vocês me ouviram dizer: Vou, mas volto para vocês João 14


As duas vindas de Cristo (Cirilo. bispo de Jerusalém – 348 A.D.)


Anunciamos a vinda de Cristo: não apenas a primeira, mas também a segunda, muito mais gloriosa. Pois a primeira revestiu um aspecto de sofrimento, mas a segunda manifestará a coroa da realiza divina.

Aliás, tudo o que concerne a nosso Senhor Jesus Cristo tem quase sempre uma dupla dimensão. Houve um duplo nascimento: primeiro, ele nasceu de Deus, antes dos séculos; depois, nasceu da Virgem, na plenitude dos tempos. Dupla descida: uma, discreta como a chuva sobre a relva; outra, no esplendor, que se realizará no futuro.

Na primeira vinda, ele foi envolto em faixas e reclinado num presépio; na segunda, será revestido num manto de luz. Na primeira, ele suportou a cruz, sem recusar a sua ignomínia; na segunda, virá cheio de glória, cercado de uma multidão de anjos.

Não nos detemos, portanto, somente na primeira vinda, mas esperamos ainda, ansiosamente, a segunda. E assim como dissemos na primeira: “Bendito o que vem em nome do Senhor” (Mt 19,9), aclamaremos de novo, no momento de sua segunda vinda, quando formos com o s anjos ao seu encontro para adorá-lo: “Bendito o que vem em nome do Senhor”.

Virá o Salvador, não para ser novamente julgado, mas para chamar a juízo aqueles que se constituíram seus juízes. Ele, que ao ser julgado, guardara silêncio, lembrará as atrocidades dos malfeitores que o levaram ao suplício da cruz, e lhes dirá: “Eis o que fizestes e calei-me” (Sl 49,21).

Naquele tempo, ele veio para realizar um desígnio de amor, ensinando aos homens com persuasão e doçura; mas, no fim dos tempos, queiram ou não, todos se verão obrigados a submeter-se à sua realeza.

O profeta Malaquias fala dessas duas vindas: “Logo chegará ao seu templo o Senhor que tentais encontrar” (Ml 3,1).Eis uma vinda. E prossegue, a respeito da outra: “E o anjo da aliança, que desejais. Ei-lo que vem, diz o Senhor dos exércitos; e quem poderá fazer-lhe frente, no dia de sua chegada? E quem poderá resistir-lhe, quando ele aparecer? Ele é como o fogo da forja e como a barrela dos lavadeiros; e estará a postos, como para fazer derreter e purificar (Ml 3,1-3).

Paulo também se refere a essas duas vindas quando escreve a Tito: “A graça de Deus se manifestou trazendo salvação para todos os homens. Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas e a viver neste mundo com equilíbrio, justiça e piedade, aguardando a feliz esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo” (Tt 2,11-13).Vês como ele fala da primeira vinda, pela qual dá graças, e da segunda, que esperamos?

Por isso, o Símbolo da fé que professamos nos é agora transmitido, convidando-nos a crer naquele que “subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim”.Nosso Senhor Jesus Cristo virá, portanto dos céus, virá glorioso no fim do mundo, no último dia. Dar-se-á a consumação do mundo, e este mundo que foi criado será inteiramente renovado.



(http://www.padrehenrique.com/index.php/padres-da-igreja/638--as-duas-vindas-de-cristo-sao-cirilo-de-jerusalem)


Silêncio (dois minutos)

Orações

Bênção e saudação




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