Nossas Duas Dimensões
Devemos compreender
a igreja com duas dimensões: espiritual e estrutural. A dimensão
espiritual está relacionada com a igreja enquanto organismo e a
estrutural com a igreja enquanto organização. Existe uma
inter-relação entre as duas dimensões, a partir de
uma analogia com a agricultura, atividade na qual o homem é capaz
de produzir o fruto. Assim, na dimensão espiritual, os frutos da salvação, adoração, serviço, e etc.
serão sempre obra do Senhor. O planejamento jamais será
um substituto de Deus. "... não por força nem por poder;
mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos."
(Zacarias 4:6)
A necessidade
de uma boa administração na vida do Povo de Deus foi por
Ele mesmo prevista tanto no Antigo como no novo Testamento, sendo portanto
uma necessidade que não deve ser menosprezada (Lucas 14:28 e 31;
Neemias 2:11-3:32; Romanos 12:8; I Coríntios 12:28).
O ato de
administrar tem como princípio básico a idéia de
gerenciamento das rotinas, do cotidiano, dentro da perspectiva de curto
e médio prazos e, portanto, da sobrevivência e da manutenção.
Porém,
quando nos limitamos a gerenciar o dia-a-dia, sem uma perspectiva de longo
prazo, acabamos por:
Limitar
a visão do futuro desejado e também as condições
de crescimento da igreja.
Administrar
de forma reativa, "apagando incêndios" e não
de forma pró-ativa, antecipando os problemas e as soluções
Ao ampliarmos
a definição de administração, acrescentando-lhe
o princípio da visão de futuro, teremos um gerenciamento
de longo prazo, ou seja, uma gestão ou administração
estratégia, cujo senso de direção é dado pela
visão. Portanto, a visão e a missão exercem um papel
fundamental na definição das estratégias e na priorização
dos nossos recursos.
Conselho de Gestão
O Conselho de Gestão é o responsável pela auditoria das receitas
e despesas da Igreja, bem como de todas as decisões financeiras
e administrativas. O Conselho é composto das seguintes pessoas: Marco Cruz, Daniel Pereira, Edna Benes, Gilmar Paes, Ricardo Korps e Walter Cesar.
O Conselho se reúne mensalmente e possui autonomia para decisões que envolvam quantias inferiores a 15% na média de receitas do último trimestre. Todas as decisões que ultrapassem esse valor são encaminhadas ao presbitério para aprovação final. Todas as reuniões e decisões do Conselho de Gestão ficam registradas em Ata.
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